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Uma Leitura da Filosofia Contemporânea – Figuras e Movimentos

Uma Leitura da Filosofia Contemporânea – Figuras e Movimentos. Sofia Miguens. Edições 70. 2019. ISBN: 9789724421612.
  “Os contornos da filosofia contemporânea são difíceis de traçar. De que modo poderemos enquadrar o trabalho de autores como Frege, Husserl, Heidegger, Wittgenstein, Sartre, Merleau-Ponty, Lévinas, Ricoeur, Derrida, Adorno, Benjamin, Deleuze, Rancière, Agamben, Zizek, Badiou, Russell, Austin, Quine, Putnam, Kripke, Searle, Davidson, Rorty, Diamond ou Cavell? Como poderemos orientar-nos por entre termos como fenomenologia, filosofia analítica, existencialismo, pragmatismo, feminismo, pós-modernismo, nietzscheanismo, naturalismo ou cognitivismo? Apresentando um percurso por entre figuras e movimentos da filosofia contemporânea, este livro sugere uma resposta para a qual conta com a exploração pessoal do leitor.”

The Art of Tonal Sound — Music as a Social Kind and Natural Kind Activity

 

The Art of Tonal Sound — Music as a Social Kind and Natural Kind Activity. Vítor Guerreiro. MLAG Discussion Papers, Vol. 11. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 2019. ISBN: 978-989-54030-9-7.

 

“Este livro de Vítor Guerreiro é o primeiro publicado pelo MLAG sobre filosofia da arte – mais especificamente, filosofia da música – e estética. Trata-se, antes de mais, de uma obra importante para quem se interessa seriamente por filosofia e por música. É imediatamente apreciável a maneira como Vítor Guerreiro conjuga o rigor conceptual e as referências filosóficas [quase sempre] atuais, a clareza argumentativa e a força dos exemplos, de maneira a colocar-nos num ponto de vista que procura esclarecer o lugar relativo dos vários fenómenos que é costume encontrar associados, mais ou menos casualmente, à música. Mas o mérito maior do trabalho de Vítor Guerreiro talvez seja outro – a saber, o mérito de suscitar o interesse quer de pessoas que gostam muito de música, mas não especialmente de filosofia, quer de pessoas que gostam muito de filosofia, mas não especialmente de música.”

Índice disponível aqui.

Schizophrenia, Minkowski, & Bergsonism

Schizophrenia, Minkowski, & Bergsonism. João Machado Vaz. MLAG Discussion Papers, Vol. 9. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 2018. ISBN: 978-989-54030-0-4.

“… the work of João M. Vaz on Minkowski stands out for the timeliness and the originality of its methodological approach … it presents the problem concerning ‘the reasons that underlie Minkowski’s choice of using some Bergsonian concepts while disregarding others’. More specifically, it questions Minkowski’s disregard for one of the most important elements of Bergson’s philosophy, that is, memory. This is a very important and interesting point, given the central role that the topic of temporality, in the form of lived time, plays within Minkowski’s structural approach. Furthermore, it is an issue that has not up to now been taken into consideration by critical literature.” — Elisabetta Basso

“After 50 years of clinical psychiatry and teaching, from the golden years of psychopharmacs to the present crisis, trying to do the best for my patients, but dealing with several evolving classifications, concepts, theories, consensus, guidelines and clinical practices, the act of reading this critical approach of João M. Vaz has been a very stimulating exercise for me, allowing me to understand how the past can illuminate the present and open up the future. I hope the reader can share the same pleasure and openness of ideas.” — J.L. Pio Abreu

Index available here.

Donald Davidson: subjetivo-objetivo – O retorno ao cogito

Donald Davidson: subjetivo-objetivo – O retorno ao cogito. Diana Couto. MLAG Discussion Papers, Vol. 10. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 2018. ISBN: 978-989-54030-1-1.

Donald Davidson (1917-2003) foi um dos filósofos mais marcantes e controversos da última metade do século XX. Embora seja autor de uma prosa simples e, por vezes, até de tom coloquial, ele tornou-se célebre pelo seu pensamento difícil e polémico, sendo que os seus argumentos exigem uma leitura atenta e ponderada. As suas teses, desenvolvidas isoladamente e dispersas por vários artigos, combinam-se entre si de forma sistemática, articulando áreas que abrangem a filosofia da ação e a ontologia, passando pela filosofia da linguagem, epistemologia e filosofia da mente. Um dos propósitos deste livro é facultar ao leitor uma visão integral e unificada deste conjunto de teses, à primeira vista incompatíveis, que condensam influências de várias fontes, entre as quais W.V. Quine, A. Tarski, F. Ramsey, I. Kant, C.I. Lewis e L. Wittgenstein. Ao mesmo tempo, e mediante um diálogo intenso com Quine, este livre pretende ainda fazer jus à originalidade e pertinência das mesmas. Teve-se em conta, sobretudo, as posições de Davidson e Quine perante o empirismo, a conceção naturalizada da filosofia, o naturalismo e o materialismo. Compreender a perspetiva de Davidson acerca destes quatro pontos servirá de guia aos seus cruciais da sua obra. Pretende-se que este livro funcione como uma introdução ao pensamento de um dos filósofos que, não obstante a diversidade de interpretações a que dá lugar, continua a ser hoje em dia um foco inegável de atração e influência.

Por que Razão? – Razões para acreditar, para agir, e para preferir

Por que Razão? – Razões para acreditar, para agir, e para preferir. Brena Fernandez, Luís Veríssimo, Diana Couto (eds.). MLAG Discussion Papers, Vol. 8. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 2017.

O presente volume reúne uma seleção de oito artigos apresentados no âmbito do MLAG Research Seminar, uma actividade do Mind, Language and Action Group (MLAG), grupo de investigação do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, ao longo do biénio 2015-2016. As sessões nas quais estes artigos foram apresentados e discutidos gravitaram em torno de tópicos relacionados com a mente, a agência, e a racionalidade – eixos centrais do MLAG -, estandendo-se a outras áreas como a estética, a ética, e a filosofia política.

Os oito artigos que aqui reunimos ilustram esta riqueza e interseção temáticas, e reflectem o desejo do grupo de cruzar os seus tópicos centrais de interesse com muitos outros, potenciando um diálogo fértil e aberto dentro do próprio domínio filosófico. Em todos eles, e guiados pela motivação comum de responder à questão que intitula este volume, os seus autores procuraram apresentar boas razões para a defesa dos argumentos que contribuem para a explicação dos problemas que suscitaram as suas investigações.

Enquanto organizadores de Por que razão? Razões para acreditar, para agir e para preferir, também nós podemos indicar boas razões para o trabalho que aqui apresentamos. Se alguém porventura nos perguntasse “Por que Razão Tudo Isto?”, poderíamos indicar como uma das razões a nossa crença de que nenhuma filosofia sã pode nascer de um monólogo, nem de nenhum tipo de actividade solitária. O nosso desejo é que este volume seja testemunho disso mesmo.

Índice disponível aqui.